17 agosto 2017

Um pouco de... Charles Chaplin


Vida, um texto de Charles Chaplin

“Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis”.

Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas
quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,

Já dei risada quando não podia,

Já fiz amigos eternos,

já amei e fui amado,
mas também
já fui rejeitado,

Já fui amado e não soube amar.

15 agosto 2017

[Resenha] As Primeiras Vítimas de Hitler


AS PRIMEIRAS VÍTIMAS DE HITLER- A busca pela justiça
Autor: Timothy W. Ryback
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2017
Páginas: 336
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SinopseCombinando uma extensa pesquisa historiográfica a uma narrativa em ritmo de thriller, Timothy W. Ryback conta em As primeiras vítimas de Hitler a impressionante história de Josef Hartinger, um jovem promotor alemão que lutou para esclarecer a controversa morte de quatro jovens judeus inocentes no campo de concentração de Dachau, a poucos quilômetros de Munique, em abril de 1933. O caso, que teria sido uma reação dos guardas a uma suposta fuga, já indicava os primeiros sinais do projeto brutal de extermínio que marcaria o regime de Adolf Hitler e que encontraria em Hartinger um dos primeiros opositores a arriscar a própria vida e a carreira em busca de justiça.





Este livro é um relato entristecedor do que se mostrou ser o início das atrocidades do holocausto, praticado por Hitler e seus seguidores, a partir de 1933. Em Dachau, numa antiga instalação de uma fábrica de pólvora desativada, os monstros nazistas iniciaram suas ações como se ali pudessem treinar a prática das atrocidades, para mais adiante disseminar por toda a Alemanha um dos comportamentos mais deploráveis que a humanidade pôde tomar conhecimento.

Os barracões desta antiga fábrica passaram a ser adaptados para receberem àqueles que eram detidos para averiguação de suas supostas ações políticas, num combate ferrenho ao comunismo da época. Havia um dispositivo legal que permitia essas prisões sem motivos aparentes, por um determinado tempo, no entanto, poucos estavam saindo desse lugar.




O espaço de Dachau estava se transformando num precursor dos campos de concentração do nazismo. A princípio sob o comando da polícia regular do país, a SA (Sturmabteilung), as ações desumanas não eram freqüentes, no entanto uma transferência gradual estava ocorrendo, permitindo que a SS (Schutztaffel) assumisse a operação do campo, atendendo melhor aos interesses do regime do terror.

13 agosto 2017

[Resenha] Cem Anos de Solidão


CEM ANOS DE SOLIDÃO
Autor: Gabriel Garcia Márquez
Editora: Record
Ano: 2013
Páginas: 450
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SinopseMuitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer a fábrica de gelo... Com essa frase antológica, García Marquéz, Prêmio Nobel de Literatura de 1982, introduz a fantástica Macondo, um vilarejo situado em algum recanto do imaginário caribenho, e a saga dos Buendia, cujo patriarca, Aureliano, fez trinta e duas guerras civis... e perdeu todas.
García Marquéz já despontava como um dos mais importantes escritores latino-americanos, no início da década de 1970, quando Cem anos de solidão começou a ganhar público no Brasil. O livro causou enorme impacto. Na época, o continente estava pontilhado de ditaduras. Havia um sentimento geral de opressão e de impotência. Então, essa narrativa em tom quase mítico, em que o tempo perde o caminho, em que os episódios testemunhados e vividos acabam se incorporando às lendas populares, evoca nos leitores uma liberdade imemorial, que não pode ser arrebatada. E tão presente. Tão familiar e necessária.
Em Macondo, os mortos envelhecem à vista dos vivos e os anjos chegam, sempre, em dezembro. Entretanto, García Marquéz nunca aceitou que suas narrativas fossem rotuladas como fantasia. Talvez porque isso exilasse Macondo num outro mundo, que nem a solidão ou a liberdade pudessem alcançar. Cem anos de solidão é a mais pura história do povo latino-americano. Mas ultrapassa o momento e expõe a alma dessa história - ou como é vivenciada.



Olá!!

E hoje é dia de resenha do Desafio Cultura (mais informações na lateral do blog) e como o tema da vez seria um livro de um escritor latino americano minha escolha foi um dos meus favoritos: Gabriel Garcia Márquez!

Cem Anos de Solidão foi um dos livros mais emocionantes que já li e fazer sua resenha não é uma tarefa muito fácil.

O livro conta a história da família Buendía, fundadores do pequeno povoado de Macondo



José Arcádio Buendía e Úrsula Iguarán, nossos personagens, além de casados são primos e, após um fato um tanto bizarro que acontece no vilarejo onde moram, são "obrigados" a partir para outras terras.

10 agosto 2017

[Sessão Pipoca] Eu Sou a Fúria


Eu Sou a Fúria
I am wrath (original)

Direção: Chuck Russell
Gênero: Policial/Drama
Ano: 2016

Elenco: John Travolta, Rebecca De Mornay, Christopher Meloni, Amanda Schull, Sam Trammell...


Sinopse: Stanley perdeu sua esposa em um assassinato. Contrariado com a imobilidade da justiça e das pessoas que abusam do poder, ele decide se tornar um justiceiro e perseguir um bando de policiais corruptos que falharam em capturar o assassino que matou sua amada.



Nesse filme de ação e suspense, Stanley (John Travolta) aparenta ser um cidadão comum retornando de uma viagem. No aeroporto ele encontra com sua esposa e se dirigem ao estacionamento, para pegar o carro. 

O casal estava muito feliz com o reencontro e, de certa forma, distraído com o que ocorria ao redor. De repente eles foram abordados por um grupo de marginais que intentavam assalta-los e, numa ação um tanto desnecessária, agridem a mulher culminando em sua morte. 



Stanley tenta buscar justiça pelas vias legais, mas não vê muito empenho por parte das autoridades policiais. Eles parecem não estar muito dispostos a investigar e buscar provas contra os autores do crime. 

08 agosto 2017

[Tags] Tag Literária de A à Z


Oie, gente!!

Tudo bem com vocês?

Fomos marcados pelo blog  Fantástica Ficção, da Jéssica Rabelo para responder a Tag Literária de A à Z e aqui estou.

Bom, a tag consiste em uma pergunta para cada letra do alfabeto. Vamos lá...




Autor favorito.

Clarice Lispector é minha autora favorita! Ela fala sobre amor, solidão e entra na essência humana como ninguém, sem nunca deixar de ser tão atual.


Bebida favorita durante a leitura.

Chá pra sempre! Sou fascinada por chás e não há bebida favorita durante uma leitura para mim.

Citação literária favorita.



Detestas-te ler.

Ultimamente tenho procurado sair mais da minha zona de conforto, mas leitura que não dá mesmo para mim são os eróticos e fujo também de triângulos amorosos.


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